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Na mosca!

publicado em design por | 9 comentários

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No aeroporto de Schipol, em Amesterdão, os quartos de banhos são imaculados. Os azulejos estão limpíssimos, em particular as juntas, onde normalmente se acumula sujidade. Estes quartos de banho poderiam servir para uma sala de operações de tão assépticos! Todavia, ninguém repara nisso. Porquê? Porque cada urinol tem uma mosca lá dentro e é nisso que todos reparam...

Mas um olhar mais próximo revela que não se trata de uma mosca verdadeira e sim de um desenho incrustado na cerâmica do urinol num ponto estratégico. Investigações feitas nesta área (?) provaram que os homens tentam atingir a mosca ao urinar e isso reduz em cerca de 80% os salpicos para os lados! Dá que pensar... É o que se chama pomposamente controle de processo...

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seven
Sobre o autor: seven, Co-fundador e ex-colaborador do obvious, actualmente retirado, foi responsável durante bastante tempo pela definição da linha editorial. Saiba como fazer parte da obvious.

Comentários

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Já vi disso cá em Portugal...não me lembro é onde.

Alexandre Leite

Grande comentário, Sérgio Figueiredo! Ainda me estou a rir!!!

É verdade que também já vi isso em Portugal. Se me lembrar depois digo.

(já agora, também tentei acertar na mosca ;-) )

Yap, ha disso em Portugal. No bar Ovelha Negra em Faro, por exemplo, têm disso e verdade seja dita, a casa de banho esta limpinha. Sem gotas de mijo no chão. Eu ja la mijei varias vezes e dou por mim a fazer pontaria ao raio do desenho.
Resulta :)

Anonimo

Gostei desse jogo ergonómico!

Doutor Zeca

É bem verdade e científico, por cá também há deste material. A malta gosta de fazer pontaria!

Visitante Ocasional

Confesso que na primeira vez que vi a "Mosca", na Holanda ou na Bélgica, não estou certo, mas muito provavelmente na fronteira entre estes dois países, não me apercebi de imediato que a mosca não era verdadeira. O desenho era tão perfeito que me enganou na perfeição.
Munido de arma e munições, possuído de um instinto de caçador cultivado desde criança e de um pensamento de vitória fácil antecipada, eis que, em pontaria que pensei infalível, aponto e..., nada! Para surpresa minha, a mosca nem se mexeu!
Mas como é isto possível, penso atónito, logo ali naquele local de impossível escapatória para o insecto voador.
Possuído de uma raiva quase incontrolável, lá disse para mim mesmo: "- Não, nem penses que te vais escapar! Daí é que não sais!".
Mas estava bem enganado. Já com praticamente todas as munições gastas, que, com força, tudo fazia para que durassem mais um bocadinho, mas que, na realidade, não passavam de um fluxo quase inexistente e descontínuo que só com o meu grande empenho, de dentes serrados e esgar facial sofredor, ainda teimavam em sair em forma de pequenas gotas projectadas com pouca ou nenhuma precisão.
Já quase consumido pela derrota face a tão estoico adversário, é que, com uma leitura mais atenta do campo de batalha e uma observação mais pormenorizada do meu antagonista, me apercebo que fui enganado.
Afinal, o meu inimigo invencível era a fingir. Não passava de uma simulação, desenhada com um rigor e precisão dignos de fazer inveja ao mais renomado artista.
Com esta meia vitória, o objectivo, não da mosca, mas de quem projectou a estratégia, foi conseguido na íntegra. Apesar de o singelo mictório se ter transformado num verdadeiro campo de batalha, nem uma munição se perdeu. O local continuou tão imaculado como antes.

Nuno Vieira

Esqueceste-te do "h".

Nao e' Schipol mas sim Schiphol.

daniela

eu detesto as vossas imagens exepto a da arte de fazer xixi mas de resto é tudo completamente horrivel